Sexta-feira, 7 de Março de 2008

O guardador de rebanhos

 XIV

 

Não me importo com as rimas. Raras vezes

Há duas árvores iguais, uma ao lado da outra.

Penso e escrevo como as flores têm cor

Mas com menos perfeição no meu modo de exprimir-me

Porque me falta a simplicidade divina

De ser todo só o meu exterior.

 

Olho e comovo-me,

Comovo-me como a água corre quando o chão é inclinado,

E a minha poesia é natural como o levantar-se o vento…

 

CAEIRO, Alberto, in Poemas, Ed. Ática

publicado por canecaspartidas às 21:53
link do post | comentar | favorito

.posts recentes

. O Portugal futuro

. A um estrangeiro

. O guardador de rebanhos

. O guardador de rebanhos

. O guardador de rebanhos

. Dia Mundial Saúde

. O guardador de rebanhos

. O guardador de rebanhos

. Homenagem à nossa vila...

. O guardador de rebanhos

.arquivos

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

.Abril 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
12

13
15
16
18
19

20
21
23
24
25
26

27
28
29
30


.mais sobre mim

.pesquisar

 

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds