Segunda-feira, 26 de Novembro de 2007

Rio sem Fim

 

O que procuro neste tempo incerto 

Multicolor e também negro?

Talvez um rio infinito

Com águas caudalosas

E margens de árvores frondosas,

Onde as tardes sejam calmas

E me levem até ao campo dos

girassóis,

Afagar morenos caracóis,

Deixar a minha alma no rio

E atingir mirífico porto.

 


Odivelas, 7 de Maio de 1996



INFANTE, José; “Caminhos Percorridos”; Março 2004; Quilate, LDA

publicado por canecaspartidas às 22:38
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